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	<title>Entre Panelas &#187; Histórias de cozinha</title>
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	<description>Receitas, Gastronomia &#38; Nutrição</description>
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		<title>Desafios Gastronômicos</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 16:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Duclos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias de cozinha]]></category>
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		<description><![CDATA[A torta de maçã holandesa participou do Desafio Cha da Tarde, Tortas e Bolos Recheados do From Our Home to Yours, e ganhou um voto da Simone do Chocolatria, o que me deixou muito feliz e honrada, vendo a qualidade do trabalho dela. Agradeço o voto recebido. Ela foi inclusive a vencedora do desafio.

Tive a intenção de participar do mais recente Desafio Chá da Tarde, Tortas Salgadas,  mas a torta que preparei não deu certo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a title="http://www.entrepanelas.net/2009/01/06/appeltaart-torta-de-maca-holandesa/" href="http://www.entrepanelas.net/2009/01/06/appeltaart-torta-de-maca-holandesa/" target="_blank">torta de maçã holandesa</a> participou do <a title="http://fromourhometoyours.blogspot.com/2008/11/ch-da-tarde-desafio-de-natal.html" href="http://fromourhometoyours.blogspot.com/2008/11/ch-da-tarde-desafio-de-natal.html" target="_blank">Desafio Cha da Tarde, Tortas e Bolos Recheados</a> do <a title="http://fromourhometoyours.blogspot.com/" href="http://fromourhometoyours.blogspot.com/" target="_blank">From Our Home to Yours</a>, e ganhou um voto da Simone do <a title="http://chocolatria.blogspot.com/" href="http://chocolatria.blogspot.com/" target="_blank">Chocolatria</a>, o que me deixou muito feliz e honrada, vendo a qualidade do trabalho dela. Agradeço o voto recebido. Ela foi inclusive a <a title="http://fromourhometoyours.blogspot.com/2009/02/cha-da-tarde-vencedora-e-novo-desafio.html" href="http://fromourhometoyours.blogspot.com/2009/02/cha-da-tarde-vencedora-e-novo-desafio.html" target="_blank">vencedora do desafio</a>.</p>
<p>Tive a intenção de participar do mais recente <a title="http://fromourhometoyours.blogspot.com/2009/02/cha-da-tarde-vencedora-e-novo-desafio.html" href="http://fromourhometoyours.blogspot.com/2009/02/cha-da-tarde-vencedora-e-novo-desafio.html" target="_blank">Desafio Chá da Tarde, Tortas Salgadas</a>,  mas a torta que preparei não deu certo. Eu adaptei <a title="http://www.lacucinetta.com.br/2009/03/uma-deliciosa-torta-de-escarola-e-uma.html" href="http://www.lacucinetta.com.br/2009/03/uma-deliciosa-torta-de-escarola-e-uma.html" target="_blank">esta receita</a> do <a title="http://www.lacucinetta.com.br/" href="http://www.lacucinetta.com.br/" target="_blank">La Cucinetta</a>, mas nós não gostamos do resultado final da minha adaptação. Eu não usei azeitonas porque não as tinha em casa e pode ser que isto tenha feito toda a diferença no recheio. Como não gostamos, não que tenha ficado ruim, mas não achamos que deveria ser publicado, não veio para cá nem para o desafio. Quem sabe eu participo do próximo.  A massa da torta por outro lado ficou ótima é uma excelente alternativa a pâte brisée. Eu sempre fui meio cabreira com essa massa pela grande quantidade de gordura que ela leva e foi bem legal ter encontrado uma boa alternativa. Não que a pâte brsée não seja gostosa, ele é na verdade deliciosa, mas uma versão mais leve é sempre bem vinda. hehehe Eu adaptei e fiz a massa integral, usei farinha 85% integral e adicionei 25 ml a mais de água por conta disso. Ficou ótima e irei usá-la numa outra torta que já estou de olho. Se der certo, publicação por aqui.</p>
<p>Falando em desafios queria agradecer a Débora do <a title="http://chefdeboracordeiro.blogspot.com/" href="http://chefdeboracordeiro.blogspot.com/" target="_blank">Mirepoix</a> que me convidou para participar do desafio em seu site, &#8220;<a title="http://chefdeboracordeiro.blogspot.com/2009/03/votacao-em-aberto.html" href="http://chefdeboracordeiro.blogspot.com/2009/03/votacao-em-aberto.html" target="_blank">O bolo de aniversário</a>&#8220;. Gostaria também de ter participado mas infelizmente não foi possível preparar um bolo a tempo de me inscrever. Estávamos com uma viagem marcada bem no período do desafio. Quem sabe no próximo?</p>
<p>Falando em viagem ela foi também gastronômica, descobrimos entre outras coisas a <a title="http://nl.wikipedia.org/wiki/Raclette" href="http://nl.wikipedia.org/wiki/Raclette" target="_blank">Raclette</a>! Que perigo! <img src='http://www.entrepanelas.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Ensopado de peixe branco com purê de batatas e salada</title>
		<link>http://www.entrepanelas.net/2009/01/30/ensopado-de-peixe-branco-com-pure-de-batatas-e-salada/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 22:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniduc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias de cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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		<description><![CDATA[Surpresa! Daniduc escrevendo aqui: marido da Carla, nerd assumido, fundador da associação dos maridos de mulheres que tem blog de culinária, usam mac e tiram fotos das comidas. E o mais importante pra vocês, ex-sem noção de cozinha. Sim, até outro dia, digamos, um ano e meio atrás, eu era incapaz de acertar um miojo, conseguia arruinar sopa pronta Maggi... se bem que estas já vem pré arruinadas de fábrica, mas deixa pra lá. Digamos que eu era incapaz de seguir as instruções fazer um produto final conforme previsto. Sim, senhores, eu errava ovo cozido e todos os clichês de homem sem noção na cozinha.

O que mudou tanto assim a ponto de eu estar me arriscando à algo impensável um ano e meio atrás, escrever uma receita?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Surpresa! Daniduc escrevendo aqui: marido da Carla, nerd assumido, fundador da associação dos maridos de mulheres que tem blog de culinária, usam Mac e tiram fotos das comidas. E o mais importante pra vocês, um ex-sem noção de cozinha. Sim, até outro dia, digamos, um ano e meio atrás, eu era incapaz de acertar um miojo, conseguia arruinar sopa pronta Maggi&#8230; se bem que estas já vem pré arruinadas de fábrica, mas deixa pra lá. Digamos que eu era incapaz de seguir as instruções fazer um produto final conforme previsto. Sim, senhores, eu errava ovo cozido e todos os clichês de homem sem noção na cozinha.</p>
<p>O que mudou tanto assim a ponto de eu estar me arriscando à algo impensável um ano e meio atrás, escrever uma receita? De comida, quero dizer, receitas técnicas de computador já escrevi diversas. A minha vida, eis  que mudou tanto assim. Ok, vou tentar ser breve e escrever algo que tenha a ver com culinária e nutrição, mas se você quer cortar o blábláblá. pode pular direto pra receita, lá embaixo. Page down é seu amigo. Ou cntrl F ae a seguir A receita. Juro que não vou ficar chateado.</p>
<h3>De como um sem noção resolveu aprender a cozinhar</h3>
<p>Pronto, agora que os apressadinhos se foram, podemos conversar melhor <img src='http://www.entrepanelas.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Então, eu sempre fui um cara magro. Isso só até eu começar a trabalhar fora, e a tomar as decisões a respeito da minha alimentação. Sabe criança quando pode escolher o que comer? Esse era eu. Eu passei a viver de comida de entrega, fast-food, doces, coisas enlatadas ou industrializadas e refinadas. Quando eu passei a ser responsável por me alimentar sozinho, eu comecei a escolher o que não dava trabalho pra fazer -e  ainda por cima era gostoso. A desculpa pra esse comportamente era de que eu não sabia cozinhar. O que era verdade, mas também uma desculpa. Eu não sabia, essa parte era verdade, mas a questão é que  <em>eu não queria saber</em>. Tinha preguiça, achava a comida de engtrega e fast-food gostosos e práticos e eu não precisava perder tempo com alimentação. Comer era encher um buraco no meu estômago, no menor tempo possível com a maior gostosura possível, de modo que eu pudesse continuar fazendo outras coisas mais improtantes do que cozinhar &#8211; trabalhar, jogar, ver TV, estudar, ou o que seja.</p>
<p>As consqüências das minhas decisões foi que eu engordei. Muito. Mas muito mesmo. Oh, claro, houve fatores agravantes, mas estes só lançaram de sobrepeso pra obeso, o problema já estava lá. E o problema era que eu, apesar de ser adulto, portanto obrigado a aceitar responsabildiade pelos meus atos, eu me recusava a aceitar a responsabildiade pela minha alimentação. Eu comia inconseqüentemente, deixando a responsabilidade de preparar minha comida nas mãos do McDonald&#8217;s, do Habib&#8217;s, da Pizzaria De La Esquina, do Burdog e The Fifties. Da padoca da esquina, e da Maggi, e da Nissin Lamem, enfim, de qualquer um que não fosse eu. E a verdade que esta galera toda não está nem aí pra você e sua saúde. O que eles estão interessados é em maximizar os lucros, como toda empresa. Pra isso existem certas prioridades &#8211; facildiade de conservação, distribuição dos produtos, sabor bom, porque é isso que faz uma pessoa comprar de novo, e outros processos que não envolvem eu me alimentar direito. E por que eles deveriam? Me alimentar direito é <em>minha</em> responsabilidade, no fundo. E eu a estava delegando pra empresas que não queriam, e não se importavam com esta responsabilidade. O resultado? Previsível. Obesidade.</p>
<p>A minha primeira reação à obesidade foi também previsível. Dieta. É o caminho certo, certo? Dietei, penei, contei calorias (ou pontos, ou cores, o que quer que seja), e comi de uma maneira que não estava acostumado, sem acreditar naquilo, como uma obrigação da qual precisava me livrar logo. Não via a hora de perder os quilos pra poder parar de fazer cálculos e poder comer sem uma balança e uma calculadora. Me matriculei numa academia, fiz os programas, e com tudo isso perdi os quilos. Oba. Comemorei com milk shake e uma volta completa aos velhos hábitos. Almoçava pão francês com queijo prato, e jantava Habib&#8217;s, mas agora eu podia, certo, eu era magro.</p>
<p>Correção: eu estava mais magro. Mas não por muito tempo, obviamente. Engordei tudo de novo. Demorei muito tempo pra me convencer de que era fato, e eu estava de volta à obesidade. Não queria aceitar, não subia na balança, ha mas antes eu estava muito pior. Um dia, pressionado pelos olhos brilhantes, piscantes e sinceros de uma esposa amorosa, subi. E suspirei. Só de pensar a fazer aqueles cálculos, aquele trampo todo, de comer de um jeito artificial, controlando tudo, me deu um grande, enorme desânimo. E aí me ocorreu.</p>
<p>A dieta novamente não iria resolver, porque eu assumi que seria incapaz de comer calculando e controlando tudo o resto da vida. Em vez disso, eu passei a repensar onde eu estava errando. O que em meu comportamento levavava a engordar. Porque, como eu disse, eu sempre fui magro. Eu cheguei a muitas conclusões de <em>como</em> eu estava errando &#8211; comida processada, pouco carboidrato integral, etc &#8211; mas a principal conclusão, a minha sacada não foi o como, mas <em>o porquê</em>. Eu estava me recusando a assumir responsabilidade pela minha alimentação. Eu estava vivendo, em plena casa dos trinta, como um adolescente &#8211; não só por causa do fast-food, popular entre adolescentes, mas no caso porque ser adulto não é ter mais de 18 anos, ser adulto é assumir responsabilidade pelo que faz.</p>
<p>Então resolvi fazer exatamente isso. Me alimentar seria meu problema. Eu resolvi passar a escolher, de maneira consciente, o quê, onde, quando e como iria comer. Em vez de ser uma coisa que eu faço pra tampar um buraco no estômago, pensando o mínimo possível no assunto, &#8220;o que eu vou comer hoje&#8221; deveria ser uma escolha pensanda. É preciso parar o que se está fazendo pra responder a esta pergunta.</p>
<p>E no processo de responder esta pergunta, ao buscar  &#8220;o porquê&#8221;, é que eu descobri aqueles &#8220;o como&#8221;, uma série de métodos, de escolhas razoáveis e mais saudáveis, e gostosas. Eu parei de tomar refrigerante, por exemplo. Sim, mesmo os lights. Eu tomava refirgerante light no lugar de água. Aí eu ia ver aqueles conselhos de dieta, beba bastante água. Eu dizia, nossa, eu não consigo, não bebo muita água. Bem, duh, se eu tomo um litro e meio de refirgerante light por dia é mesmo difícil tomar alguma água ainda por cima. Decidi, em vez de tomar refri pra matar a sede, beber água quando estivesse com sede. Simples né? Fui fazendo outras escolhas aparentemente óbvias como esta, mas que não me ocorriam descobrindo comidas, sabores, frutas e um monte de coisas, que fui aprendendo a comer. Passei a ir ao supermercado, comprar comida. Não havia uma força externa me limitando ou me dando parâmetros, ou seja, uma dieta, com regras e cálculos, mas minha curiosidade natural por um assunto que passou a me interessar. De onde vem minha comida? Como ela é preparada? Por que algumas coisas fazem mal? Que papel tem o exercício na minha vida? E, em algum ponto do processo, eu entendi que esta busca de aprender, de entender de maneira consciente o que estava fazendo, e escolher de maneira educada, era o que os nutricionistas tanto falam: &#8220;reeducação alimentar&#8221;. E tudo começou quando parei de inventar desculpas &#8211; &#8220;Não sei cozinhar&#8221;, &#8220;não tenho tempo, trabalho demais&#8221; (na época em que eu era sysadmin essa era um hit), e assumi que o que eu fazia nas 24 horas do dia era escolha minha. E nisso eu me interessei naturalmente em aprender a cozinhar.</p>
<p>Oh, não que eu tenha virado um ás no fogão (foi de propósito), um Chef estrelado Michelin, nada disso. Eu sei que não tenho nem o talento nem o interesse pra dominar o fogão pra fazer comida como forma de arte. O que eu tenho interesse é em fazer comida como forma de alimento saudável. E gostoso, sim, obrigado. Em vez de esquentar algo congelado no microondas, dá pra fazer um prato gostoso, saudável em 40 minutos. Antes eu acharia um monte de tempo &#8211; melhor ficar esperando vendo TV por 25 minutos enquanto a pizza chega. Mas desde que eu assumi que comer era parte necessária, e mais que isso, interessante, do meu dia, eu vi que &#8220;monte de tempo&#8221; é uma coisa relativa. Afinal, o tempo voa quando estamos nos divertindo. <img src='http://www.entrepanelas.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><script type="text/javascript"><!--
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<blockquote><h2>A receita</h2>
<p>Um peixe ensopado no molho de tomate com purê de batatas e salada. Uma refeição completa, simples, rápida, saudável e, se a modéstia me permite, gostosa. O bom desta receita é que emprega alguns conceitos básicos que podem ser utilizado em outros pratos. Por exemplo, o molho de tomate pode ir em um macarrão  (integral) com pouca modificação. Nunca mais sofrerás com a azia e os conservantes do molho de caixinha. Vambora. Vai ser divertido, prometo.</p>
<h3>Batatas</h3>
<ul>
<li>500 gr de batatas orgânicas com casca</li>
<li>Sal</li>
<li>Manteiga</li>
<li>Água quente</li>
<li>Uma cenoura ralada</li>
</ul>
<p>O lance das batatas serem orgânicas não é frescura. Como o purê será feito com casca, e é na casca que se acumulam muitos agrotóxicos, é melhor pra você que sejam orgânicas. Mas você quem sabe.</p>
<p>Eu não digo o quanto de manteiga, sal e água porque pode variar. Vamos ver isso com calma mais pra frente. Lave as batatas e as coloque em uma panela no fogo com cerca de um litro de água. Ou o suficiente pra cobrir as batatas. Acenda o fogo e abaixe quando ferver. Acompanhe espetando as batatas de tempos em tempos com um garfo. Elas tem de estar molinhas. Mas elas demoram um pouco pra ficar prontas. Enquanto as batatas cozinham, vá adiantando o</p>
<h3>Peixe</h3>
<ul>
<li>300 gr de filé de peixe branco</li>
<li>Limão</li>
<li>Sal</li>
<li>Alho (opcional)</li>
</ul>
<p>Compre uns 300 gramas de um peixe branco de sua preferência, cortados em filé. Digamos, uma tilápia, ou Saint Peter. Lave bem o peixe, esprema um limão nele, passe um salzinho e deixe de molho. Se quiser, esfregue um dente de alho também. Eu fazia isso no começo, mas passei a achar meio forte o gosto do alho. Fica a seu gosto. Enquanto o peixe fica reservado, vamos aprontar o</p>
<h3>Molho</h3>
<ul>
<li>500 gr de tomates roma</li>
<li>Um dente de alho</li>
<li>Meia cebla grande ou uma pequena</li>
<li>Sal</li>
<li>Azeite de Oliva</li>
<li>Uma pitada de Gengibre em pó</li>
<li>Algumas gotas de tabasco</li>
</ul>
<p>Lave os tomates e coloque em uma panela pra ferver. Enquanto a água ferve, vá picando a cebola e o alho. Quando estiverem picados, a água deve ter levantado fervura há pouco tempo. A pele do tomate deve estar começando a rachar. Pode tirar do fogo e virar em uma peneira. Embaixo da água corrente (pra não se queimar), puxe as peles dos tomates, que devem estar soltinhas. Pique os tomates em um prato fundo, grosseiramente. Deve formar um caldo. Deixe reservado.</p>
<p>Ponha uma panela de fundo de alumínio (ou outro metal, não teflon) no fogo normal, e ponha um pouco de azeite de oliva. Quando o azeite estiver quente, abaixe o fogo e ponha o alho. Dê uma mexida com uma colher de pau e taque a cebola em seguida. Quando estiverem douradinhos, o alho e a cebila, e cheirando bem (isso deve acontecer rápido. E todo esse processo se chama &#8220;refogar&#8221;), joge os tomates picados. Mexa tudo, misturando bem. Ainda com o fogo baixo, tampe a panela e deixe uns 10 minutos.</p>
<h3>Peixe mais molho</h3>
<p>Digo 10 minutos como uma média. Quando o molho tiver dado uma engrossada, cozido um pouco, está na hora. Vá acompanhando de tempos em tempos. Quando você decidir a hora (não tem muito como errar), abra a panela e ponha sal a gosto, um tico de gengibre e uma ou duas gota de tabasco. O lance aqui é dar sabor, não ficar picante. O quanto exato vai depender do seu gosto e experiência. Se ficar pouco sempre dá pra acertar depois, então é melhor ser conservador do que agressivo. Coloque o peixe, mergulhe no molho, deixe a panela tampada no fogo baixo por mais alguns minutos. Como saber se está pronto? Eu faço assim: eu pego um pouco da panela e experimento. Se o peixe estiver molinho, com uma cor cozida, bom sinal. Morda um tiquinho e veja se está bom. Não pode estar o peixe se desintegrando, que aí cozinhou demais. Se estiver no ponto, desligue o fogo e experimente o molho. Acerte o sal e a pimenta.</p>
<p>Hora de voltar a prestar atenção ào</p>
<h3>Purê de Batatas</h3>
<p>Ok, as batatas estão molinhas, sem oferecer resitência ao garfo? Hora de desligar o fogo. Joge fora a água, e ponha as batatas numa grande tigela. Prepare a manteiga, o sal, a água quente (pode ser morna, não precisa estar fervendo) e vamos lá. Com o garfo, comece a amassar as batatas. Vá misturando nacos de manteiga, que deve derreter, e molhando de leve com a água. Amasse, misture, amasse, até ficar numa consistência de purê. No fim, coloque o sal e a cenoura, misture e amasse com garfo e prove. Se estiver bom de sal, parabéns. Se não, acerte.</p>
<h3>A salada</h3>
<ul>
<li>Meio maço de alface lavada</li>
<li>Um tomade maduro ou verde, à gosto, picado</li>
<li>Azeite de oliva, ou limão, o que preferir.</li>
<li>Sal</li>
</ul>
<p>Monte a salada, tempere a gosto.</p>
<h3>Comer!</h3>
<p>Sirva-se de purê, peixe com molho e salada. Acompanhe com um suco de frutas natural e é isso daí. </p></blockquote>
<p>Eet smakelijk, como dizem os holandeses.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nunca desvie a atenção da sua cozinha</title>
		<link>http://www.entrepanelas.net/2008/08/11/nunca-desvie-a-atencao-da-sua-cozinha/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 14:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Duclos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias de cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Se estiver com uma panela no fogo, não desvie a sua atenção da cozinha ou o desastre estará fadado ao sucesso.
Se você for um(a) geek então, jamais, em hipótese alguma, sente em frente ao computador, a menos que o seu timer esteja programado para berrar te avisando a hora que a sua comida precisará da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se estiver com uma panela no fogo, não desvie a sua atenção da cozinha ou o desastre estará fadado ao sucesso.</p>
<p>Se você for um(a) geek então, jamais, em hipótese alguma, sente em frente ao computador, a menos que o seu timer esteja programado para berrar te avisando a hora que a sua comida precisará da sua atenção.</p>
<p>Domingo a noite, após uma boa noite de sono até 12:30, uma ida ao supermercado, upload de fotos para o flickr, 02 estantes montadas, decido que já é tarde para preparar a sopa de grão de bico que eu havia planejado para o jantar.</p>
<p>Frente ao grão de bico que já estava de molho pensei, &#8220;<em>Vou cozinhá-lo e amanhã eu preparo a sopa</em>&#8220;, uma vez que esse era mesmo o primeiro passo de preparo dela.</p>
<p>Coloco  o grão de bico e uma batata na panela, cubro de água, levo ao fogo, espero sua fervura, coloco no fogo mais baixo do fogão e vou escrever um texto para o Entre Panelas que há muito eu estava planejando. Pensei, &#8220;<em>Ah, o grão de bico vai demorar para cozinhar, dá tempo tranquilo</em>&#8220;.</p>
<p>O tempo passa, fico altamente concentrada no meu texto por cerca de uma hora. A essas alturas nem me lembrava mais que havia uma panela no fogão.</p>
<p>Decido que está na hora de ir dormir. Coloco o computer em sleep e vou para a cozinha preparar um chá para comer com os sequilhos de polvilho que havia preparado no dia anterior.</p>
<p>Chego na cozinha e ouço um barulhinho estranho, olho para o fogão e vejo a panela. Fiquei paralizada enquanto voltava a minha mente a informação de que eu havia posto o grão de bico para cozinhar.</p>
<p>Pânico!</p>
<p>Abro a tampa da panela e claro, o DESASTRE havia acontecido. Nem uma gotinha de água restara. Desliguei o fogo imediatamente e fui na esperança mexer o grão de bico para ver o fundo da panela pensando desesperadamente: &#8220;<em>Quem sabe só secou a água e o grão está todo bom?</em>&#8221;</p>
<p>Obviamente o fundo estava completamente preto com toda uma camada de grão de bico encrostado nele.</p>
<p>Provei e salvei a camada superficial dos grãos, pois achei que o sabor não tinha sido afetado. A batata também se salvou.</p>
<p>Meu mau-humor perdurou por um tempo.</p>
<p>Como o que não tem remédio, está de molho agora a outra metade do grão de bico que irei cozinhar hoje, porque mesmo com o desastre do domingo não desisti da sopa!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Redescobrindo a Gastronomia</title>
		<link>http://www.entrepanelas.net/2007/10/05/redescobrindo-a-gastronomia/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Oct 2007 15:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Duclos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias de cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Pães]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[integral]]></category>
		<category><![CDATA[pão]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="tt-flickr tt-flickr-Thumbnail" title="Pão integral" href="http://www.entrepanelas.net/2007/10/05/redescobrindo-a-gastronomia/"><img class="alignleft" src="http://farm2.static.flickr.com/1131/1470544877_7650c1bb17_t.jpg" alt="Pão integral" width="100" height="75" /></a>
Desde criança eu sempre gostei de cozinhar. Era a única parte das chamadas tarefas domésticas que me agradavam. Desde novinha aprendi a fazer bolos, tortas, refogados, etc.

Aconteceu que com a idade os compromissos foram crescendo, o tempo foi requerendo cada vez mais gerenciamento e eu praticamente abandonei a gastronomia por alguns anos. Ou muitos talvez. A famosa falta de tempo, um dia ainda falo sobre ela, sempre foi usada como justicativa para me afastar da cozinha. [...]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde criança eu sempre gostei de cozinhar. Era a única parte das chamadas tarefas domésticas que me agradavam. Desde novinha aprendi a fazer bolos, tortas, refogados, etc.</p>
<p>Aconteceu que com a idade os compromissos foram crescendo, o tempo foi requerendo cada vez mais gerenciamento e eu praticamente abandonei a gastronomia por alguns anos. Ou muitos talvez. A famosa falta de tempo, um dia ainda falo sobre ela, sempre foi usada como justicativa para me afastar da cozinha.</p>
<p>Realmente não é fácil. Cozinhar toma tempo e dá trabalho. É preciso quebrar a enorme barreira da preguiça que torna sempre mais atrativo fazer um pedido no Habibs ou na Pizzaria do bairro. E, além disso, tem-se que gerenciar o tempo de modo que se consiga dedicar parte dele à cozinha.</p>
<p>Recentemente estou conseguindo quebrar a barreira inicial e a sementinha que estava adormecida há anos está germinando. Estou descobrindo o quanto gosto de gastronomia e estou realmente entusiasmada com o assunto. Estou lendo a respeito, fazendo experiências gastronômicas, cozinhando numa base quase que diária (pedidos no habibs isnomore), e estou muito feliz fazendo isso. Estou redescobrindo o prazer de cozinhar. <img src='http://www.entrepanelas.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ainda tenho anos luz de aprendizado e experiências. Mas em minhas leituras já descobri livros que pretendo comprar, acessórios de cozinha como panelas especiais e de qualidade, batedeira semi-profissional, processador de alimentos, etc. Mas, claro, irei com muita calma com isso tudo.</p>
<p>A minha primeira aventura foi aprender a fazer pão. Decidi começar por um integral que eu e o <a title="http://blog.cybershark.net/daniduc" href="http://blog.cybershark.net/daniduc">Dani</a> adoramos. As duas primeiras tentativas foram um fracasso total, os pães não passaram no teste do segundo dia e lá se foram os ingredientes investidos. Enfim, tudo é aprendizado. Eis que na minha terceira tentativa, decidi pesquisar um pouco mais. Conversei com a Jane que trabalha para mim e me deu algumas dicas, com a <a title="http://ateliecoisasdemaria.blogspot.com/" href="http://ateliecoisasdemaria.blogspot.com/">Ju</a>, minha cunhada, com minha mãe e extraindo um pouco das dicas de cada uma delas e adaptando uma receita de pão que a Ju me passou, consegui fazer um pão integral que já está no seu terceiro dia e continua delicioso. <img src='http://www.entrepanelas.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A dica final no preparo deste pão veio de um blog que descobri por acaso no google, sobre gastronomia, o &#8220;<a title="http://lacucinetta.blogspot.com/" href="http://lacucinetta.blogspot.com/">La Cucinetta</a>&#8220;, que gostei muito e até assinei, onde a autora explicava a <a title="http://lacucinetta.blogspot.com/2007/09/mais-um-po.html" href="http://lacucinetta.blogspot.com/2007/09/mais-um-po.html">técnica de sovar e dobrar o pão</a> após a massa ter crescido. Essa técnica a autora tirou do livro <a title="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=746321&amp;sid=2001928869105414274245832&amp;k5=2D55C9A8&amp;uid=238542472870505" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=746321&amp;sid=2001928869105414274245832&amp;k5=2D55C9A8&amp;uid=238542472870505">Professional Baking</a>, que já foi parar na minha <a title="http://www.cybershark.net/Members/carla/lista-de-desejos/presentes/" href="http://www.cybershark.net/Members/carla/lista-de-desejos/presentes/">lista de desejos</a>. Li essa dica quando minha massa ainda estava crescendo e decidi aplicar a técnica. Essa mesma técnica me lembrou da dica que a <a title="http://blog.cybershark.net/alickel" href="http://blog.cybershark.net/alickel">Aline</a> havia me dado sobre como a mãe dela, a Dona Bete, fazia seus pães. Ainda preciso aprimorá-la, mas ela já funcionou. Foi o máximo, o pão ficou com cara de pão e foi um sucesso! <img src='http://www.entrepanelas.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Pelas fotos dá pra ver a diferença da primeira tentativa fracassada e da terceira bem sucedida.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 443px"><a title="pao integral nao ok" href="http://www.entrepanelas.net/wp-content/pao_integral_not_ok.jpg"><img src="http://www.entrepanelas.net/wp-content/pao_integral_not_ok.jpg" alt="pao integral nao ok" width="433" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira tentativa mal sucedidia</p></div>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 448px"><a title="pao integral ok" href="http://www.entrepanelas.net/wp-content/pao_integral_ok.jpg"><img src="http://www.entrepanelas.net/wp-content/pao_integral_ok.jpg" alt="pao integral ok" width="438" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Tentativa bem sucedida. Delícia!</p></div>
<p><em>Mais fotos dos pães podem ser vistas no set &#8220;<a title="http://www.flickr.com/photos/carladuc/sets/72157602293178410/" href="http://www.flickr.com/photos/carladuc/sets/72157602293178410/">Pães</a>&#8221; do meu fotolog no Flickr.</em></p>
<p>Segue abaixo a receita do pão integral bem sucedido. A receita indicada contém as quantidades estimadas de farinha baseado nas adições que fiz à massa, pois eu havia começado com uma quantidade menor de farinha que não foi suficiente para atingir o ponto da massa.</p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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</script></p>
<blockquote>
<h2><strong>Pão integral </strong></h2>
<p><strong>Ingredientes:</strong></p>
<ul>
<li>2 xícaras de farinha de trigo branca</li>
<li>2 xícaras de farinha de trigo integral</li>
<li>2 xícaras de farinha de centeio</li>
<li>1 xícara de aveia em flocos</li>
<li>1/2 xícara de linhaça</li>
<li>1 colher (sopa) de sal</li>
<li>1 colher (sopa) de açúcar</li>
<li>15 g de fermento biológico (1 tablete)</li>
<li>1 colher (sopa) de mel</li>
<li>2 ovos</li>
<li>1/2 xícara de óleo</li>
<li>1  1/2  xícara de água morna</li>
</ul>
<p><strong>Modo de preparo</strong></p>
<p><strong>1 &#8211; O fermento</strong></p>
<p>Colocar o tablete de fermento com o açúcar numa vasilha pequena. Misturar o feremento com o açúcar até dissolver. Adicionar 1 colher (sobremesa) de farinha de trigo  branca e 1/4 de xícara da água morna. Misturar tudo, tampar com um pano de prato e esperar fermentar. Vai formar algo como uma esponja.</p>
<p>O tempo de fermentação pode variar de acordo com a temperatura ambiente. Num dia de verão em cerca de 15 a 20 minutos já se pode ter uma esponja formada e em dias de inverno pode levar 1 hora. Se passar de 1 hora e nada tiver acontecido é porque provavelmente o feremento não está bom. Neste caso é melhor nem arriscar os demais ingredientes.</p>
<p><strong>2 &#8211; Os ingredientes secos</strong></p>
<p>Misturar bem todas as farinhas e o sal numa vasilha grande e fazer um buraco no meio.</p>
<p><strong>3 &#8211; Os ingredientes líquidos</strong></p>
<p>Bater no liquidificador:</p>
<p>ovos<br />
mel<br />
óleo<br />
água morna</p>
<p><strong>4 &#8211; Preparando a massa</strong></p>
<p>No buraco que se deixou no meio da farinha despejar o fermento. Eu despejei apenas a parte que espumou, deixando de lado um líquido que ficou no fundo.<strong><sup>1</sup></strong> Por cima do fermento, despeje um pouco da mistura líquida do liquidificador e vá misturando com as farinhas. Vá despejando aos poucos a mistura líquida e incorporando à massa.</p>
<p>Misture bem todos os ingredientes até atingir o ponto de desgrudar das mãos. Se necessário adicione aos poucos mais farinha para atingir o ponto.</p>
<p>Dica: Não deixe a massa muito seca. Tome muito cuidado ao adicionar a farinha, caso necessário, adicione-a bem lentamente.</p>
<p>Após feito isso, tampe a vasilha com um pano de prato e deixe crescer por cerca de 02 horas.</p>
<p>Após a massa ter crescido, coloque ela sobre uma superfície enfarinhada e sove a massa por alguns minutos. Após sovar, abra a massa formando um retângulo. Divida mentalmente em três partes e dobre uma sobre a outra, conforme imagem abaixo. Após dobrar, no outro sentido enrole a massa como um rocambole e coloque na forma com a junta da massa voltada para o fundo da forma.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 435px"><a title="tecnica pao de forma (la cucinetta)" href="http://www.entrepanelas.net/wp-content/tecnicapaodeforma2.jpg"><img src="http://www.entrepanelas.net/wp-content/tecnicapaodeforma2.jpg" alt="tecnica pao de forma (la cucinetta)" width="425" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem retirada do artigo “Mais um Pão” do “La Cucinetta“ (http://bp2.blogger.com/_nd08FVkVLog/Rt1fgmX9WFI/AAAAAAAAAQA/niTQjp0FEYc/s1600-h/tecnicapaodeforma.jpg)</p></div>
<p>Feito isso, deixe o pão descansar por 30 minutos. Enquanto isso, pré-aqueça o forno a 205<sup>o</sup>C. Para quem não tem temperatura no forno, creio que seja médio pra baixo.Após o forno aquecido, asse por 01 hora. Acompanhe o pão no forno após 30 minutos, caso ele asse em menos tempo. Eu ainda tenho dificuldade para identificar quando o pão está assado. Então, sugiro confiar na sua intuição. No <a title="http://lacucinetta.blogspot.com/" href="http://lacucinetta.blogspot.com/">La Cucinetta</a>, a autora ensina a bater na massa com os nós dos dedos até sair um som oco, indicando que o pão está assado. Eu ainda não tentei fazer isso.</p>
<p><strong>Pronto!</strong> Após assado, é só desenformar e se deliciar! Com manteiga, requeijão e mel fica excelente. O mel é meu aocmpanhamento favorito para o pão integral.</p></blockquote>
<p><strong>1</strong> &#8211; <em>Não tenho certeza se isso é necessário, mas como o pão anterior havia ficado amargo possivelmente devido a fermento em excesso, fui bem cautelosa com a quantidade de fermento neste pão. No entanto, é importante que o pão tenha fermento o suficiente.</em></p>
]]></content:encoded>
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	</channel>
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